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Polícia investiga suposto atentado contra deputado estadual de Goiás


Laudo diz que carro de parlamentar foi atingido por quatro tiros calibre 32. Paulo César Martins (PMDB) afirma ter recebido ameaças por telefone.


Tiros foram disparados por arma calibre 32, aponta laudo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A Polícia Civil investiga um possível atentado ao deputado estadual Paulo César Martins (PMDB) após o carro em que ele viajava ser alvo de tiros na GO-206, entre Quirinópolis e Gouverlândia, no sul de Goiás. Segundo o delegado Tommaso Leonardi, o resultado de um laudo pericial concluído nesta segunda-feira (13) apontou que o veículo foi atingido por quatro disparos de arma calibre 32.

“Estamos levantando as informações que o deputado passou para ver se há algo relacionado ao caso, mas por enquanto não há nada concreto”, afirmou o delegado, ressaltando que também apura uma possível tentativa de roubo ao veículo. A hipótese de atentado foi levantada pelo próprio parlamentar, que informou em depoimento à polícia que há cerca de 60 dias recebeu um telefonema em que foi ameaçado por conta de uma audiência pública sobre violência da qual participaria em Quirinópolis.

Desde então, a Assembleia Legislativa de Goiás designou um policial militar para acompanhar Paulo César Martins. "Se não fosse ele, eu tinha morrido. Você estaria anunciando o meu velório", disse na ocasião.


Paulo Cézar Martins (PMDB) é deputado estadual (Foto: Y. Maeda/Alego)

Tiros Na noite de sexta-feira (10) Paulo César Martins viajava em uma Toyota HIlux pertencente à Alego, pela GO-206, quando o veículo foi atingido por tiros. Ele afirmou que havia participado de uma reunião política em Caçu e estava a caminho de uma fazenda sua em Gouvelândia para pernoitar quando o crime ocorreu. "Um [VW] Golf emparelhou e começou a efetuar os disparos contra nós. Um deles furou o pneu. O sargento que estava comigo revidou e também acertou o veículo, que acabou fugindo em seguida", disse na ocasião ao G1.

O deputado não sabe afirmar se o tiroteio tem alguma relação com as ameaças que disse ter sofrido. "Não sei se foi um atentado. Nunca tive intriga com ninguém. Tenho meus defeitos, mas nenhum inimigo. Só faço o bem", alegou.