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Vereadores admitem que Jorge Kajuru, sozinho, contribui para melhorar a imagem da Câmara


Há vereadores decentes, mas a Câmara Municipal de Goiânia é vista de maneira negativa pela sociedade


Arquivo

A Câmara Municipal de Goiânia passa a imagem, há anos, de que se trata de um antro de negócios escusos. Talvez seja até um preconceito de seus críticos, mas a imagem dos vereadores, inclusive dos decentes, é considerada como “muito ruim”… inclusive pelos vereadores. Um vereador diz que, se colocassem uma placa com os dizeres “Fazemos quaisquer negócios” e afixassem-na na entrada, poucas pessoas dariam bola.

Mas uma coisa é certa: a eleição de Jorge Kajuru para vereador contribuiu para melhorar a imagem da Câmara Municipal em geral. Há vereadores, um grupinho, que eram versados em negócios poucos católicos, mas a presença do jornalista, apontado como republicano, parece que está inibindo a ação deles.

Até um experimentado vereador, que já presidiu a casa, está mais comedido. “Kajuru funciona como uma espécie de padre. Quando alguns vereadores estão tramando alguma sujeira, e ele se aproxima, todos se calam imediatamente. Temem denúncias da boca ferina do vereador do PRP”, admite um vereador. Até Anselmo Pereira, que atua como uma espécie de presidente informal da Câmara, dada certa fragilidade de Andrey Azeredo, está mais “controlado”, inclusive nos gritinhos e pitis. Consta que, pelo seu conhecimento dos meandros da Câmara, Anselmo Pereira está se tornando uma espécie de orientador e até guru de Andrey Azeredo. “Anselmo é uma espécie de presidente-adjunto da Casa”, afirma um vereador, que, por sinal, aprecia o presidente-titular.

Há vereadores qualitativos. Um deles é Elias Vaz, que fiscaliza, de maneira competente, as ações do prefeito Iris Rezende. Djalma Araújo, que passava a imagem de fanfarrão, está fazendo falta. Era atuante, posicionado e crítico.