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PF desarticula plano para matar agentes prisionais


Investigação da PF indica que integrantes do PCC não tinham alvos específicos e que planejavam assassinar dois agentes federais por unidade prisional


Polícia Federal faz ação para desconjuntar facções. (Vagner Rosário/VEJA.com)

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira a operação Força e União, que visa acabar com planos organizados por detentos para matar agentes prisionais. Cerca de 30 policiais cumprem mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e São Paulo, além de cinco de prisão preventiva em Mossoró e quatro em São Paulo.

Em nota, a PF afirmou que o plano de assassinar os agentes seria uma “resposta ao que os internos do Primeiro Comando da Capital (PCC) chamam de opressão”, que é a “aplicação de regime disciplinar mais rígido, legalmente imposto dentro das penitenciárias federais.”

Ainda de acordo com informações da Polícia Federal, o PCC teria assassinado dois agentes penitenciários em menos de um ano em Cascavel (PR) e Mossoró (RN). As investigações apontaram que não há um alvo, mas há uma preferência por pessoas desprotegidas e vulneráveis, afim de não deixar rastros.

Uma das metas dos detentos era matar dois policiais por unidade. Os grupos eram articulados e se dividiam em coleta de dados e preparo das ações, os planos podiam incluir a participação de pessoas próximas às vítimas, como ocorreu no assassinato de um agente penitenciário. O crime foi planejado por dois anos.