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Ronaldo Caiado toma posse como Governador de Goiás, nesta terça-feira (01 de Janeiro)


Segundo a equipe de transição de Ronaldo Caiado, o novo Governo assume o Estado com um rombo de 3 bilhões e quatrocentos milhões de reais.


O produtor rural e médico especialista em cirurgia da coluna, Ronaldo Caiado, do Democratas, toma posse, nesta terça-feira, dia primeiro de janeiro, como governador de Goiás. tendo sido eleito no primeiro turno, com praticamente 60% dos votos válidos. Ele é casado com Gracinha Caiado e pai de três filhas e um filho. Entre os principais desafios do início do novo governo está equilibrar as contas de um estado com um rombo de 3 bilhões e quatrocentos milhões em suas contas.

Caiado, que à frente da União Democrática Ruralista, UDR, se tornou conhecido nacionalmente por unir produtores rurais de todo o país, foi eleito e reeleito deputado federal por 5 vezes. Em 2014, venceu a eleição para o Senado, sendo escolhido o melhor senador do país já no seu primeiro ano de mandato.

Segundo o roteiro da cerimônia de posse, hoje, às 19 horas, acompanhado da família, Ronaldo Caiado participa da tradicional missa de ação de graças da Catedral Metropolitana de Goiânia. E amanhã, às 9 horas, toma posse na Assembleia Legislativa de Goiás como novo governador do estado. Em seguida vai para o Palácio das Esmeraldas, na Praça Cívica, onde, às 11 horas, recebe a faixa governamental, faz pronunciamento e concede entrevista coletiva.

Sobre a situação financeira que o governador atual vai deixar o estado, equipe de transição nomeada por Ronaldo Caiado divulgou nota oficial, neste sábado, denunciando que há uma manobra do governo de José Eliton para culpar o governo de Ronaldo Caiado pela falta de recursos para o pagamento do mês de dezembro.

Segundo o texto, a verdade é que José Eliton está deixando um rombo de 3 bilhões e quatrocentos milhões de reais para o próximo governo. A nota explica que, com bases em dados de anos anteriores, neste início de 2019, deverão entrar no caixa do governo cerca de 780 milhões reais, enquanto o governo terá que pagar uma folha de 1 bilhão e seiscentos mil reais. E não se trata de dinheiro extra, diz a equipe de transição, mas de recurso a ser usado na quitação dos salários de janeiro. Ou seja: se pagar dezembro com essa verba, janeiro fica descoberto.

A equipe de transição diz ainda que, na tentativa de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo de José Eliton baixou decreto livrando-se da obrigação de empenhar recursos para o pagamento da última folha de servidores do seu mandato.

Segundo matéria publicada pelo jornal Diário da Manhã, Ronaldo Caiado vai assumir o estado de na pior situação já deixada para um governante nos últimos 30 anos, com um rombo de 3 bilhões e quatrocentos milhões de reais.

Matéria com Alexandre Rabelo.