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ANEEL exigirá plano emergencial à ENEL em Goiás.


Caiado fala em "colapso completo de energia"


Caiado: empresa que trabalha com soja teria deixado de investir R$ 50 milhões por causa do serviço precário Foto: Jorge William / Agência O Globo

A Aneel exigirá da Enel, a empresa de energia de Goiás, um plano emergencial para que o serviço no estado seja melhorado.

A convite de Ronaldo Caiado, o diretor da Aneel, Rodrigo Limp, ouviu ontem reclamações dos setores industrial, comercial e agropecuário contra a distribuidora de energia.

Segundo Caiado, todas as regiões do estado estão diante de um “colapso completo de energia”.

Uma empresa que trabalha com soja teria deixado de investir R$ 50 milhões, nas palavras do governador.

O problema apontado não é a falta de energia, mas de investimentos em linhas de transmissão, que estariam sendo segurados pela empresa na Itália — a italiana Enel comprou a antiga Celg em leilão público para privatização em 2017, com a contrariedade de Caiado, então senador.

A Enel rebate Caiado. Diz que trabalha pela “melhoria constante da qualidade dos serviços” e afirma ter havido redução da duração média das interrupções do fornecimento de energia e o aporte de cerca de R$ 800 milhões em investimentos, mais do que o dobro do investido pela Celg no ano anterior à privatização.