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Advogada é presa tentando adentrar com drogas na CPP de Aparecida de Goiânia

Fonte: DGAP


Servidores da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, unidade pertencente à 1ª Regional Metropolitana da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), evitaram que uma advogada adentrasse ao presídio portando drogas. Juntos aos pertences da defensora estava escondido cerca de 49 comprimidos de ecstasy, porções de maconha e embalagens de papel para cigarros.


De acordo com o diretor da Unidade Prisional (UP), Fabio Alex, a advogada chegou na unidade para prestar atendimento a um dos detentos do local, ocasião em que realizou todos os procedimentos de revista pessoal. Durante a revista, os agentes plantonistas identificaram os ilícitos dentro de um envelope junto aos documentos que a defensora carregava.


A advogada, de 23 anos, ao ser indagada sobre o fato alegou desconhecimento do conteúdo do envelope e que faria o favor de entregá-lo ao seu cliente.


Diante dos fatos, imediatamente, a direção comunicou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e conduziram a mulher para a realização do laudo médico e, posteriormente, a encaminharam à delegacia para as devidas providências em conformidade com a lei.


A direção da Unidade abriu procedimentos administrativos internos para apuração dos fatos e após averiguações serão aplicadas as devidas sanções penais ao custodiado q receberia o ilícito, em conformidade com a legislação.


O rigor nos procedimentos instaurados no presídio compõe uma série de medidas estabelecidas pelo Governo do Estado em consonância com a Secretaria de Segurança Pública e a DGAP, que visa melhorias no sistema prisional goiano maximizando a segurança.