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Brasil se posiciona com Taiwan contra o totalitarismo chinês

O regime comunista chinês procurou silenciar os parlamentares brasileiros para impedir o apoio a Taiwan.


Por: Panam Post / Mamela Fiallo Flor

Última atualização em 29 de maio de 2020


O Brasil tem o segundo maior número de pandemia de coronavírus que eclodiu na China e se juntou a Taiwan para enfrentar o regime (EFE).


A mais recente demonstração internacional de censura do regime comunista chinês, que está sob escrutínio mundial por sua falta de transparência no manuseio do coronavírus, foi sua tentativa de silenciar deputados e senadores brasileiros.


O Brasil, com uma população de mais de 212 milhões, é hoje o país com o segundo maior número de casos notificados de COVID-19 no mundo, 394.507, dos quais quase metade, 158.593 se recuperaram e 24.593 morreram ( cerca de 7 %


A pandemia eclodiu em Wuhan e se espalhou pelo mundo depois que o regime chinês perseguiu médicos e jornalistas que o alertaram através de censura, detenção e desaparecimentos. Enquanto isso, a embaixada chinesa no Brasil enviou uma carta recomendando o silêncio dos parlamentares brasileiros sobre a tomada de posse do presidente de Taiwan.


Eduardo Bolsonaro, o congressista com mais votos na história do Brasil, filho do presidente Jair Bolsonaro, não apenas parabenizou o presidente, mas também destacou Taiwan como um exemplo de eficiência na luta contra a pandemia.


Ele ecoou o deputado do partido no poder Paulo Paulo Martins, que chama a carta da embaixada de "insulto" e chama o regime de "ditadura".

A hashtag #VivaTaiwan se tornou viral nas mídias sociais no Brasil depois que o congressista Paulo Eduardo Martins expôs a carta enviada pela embaixada chinesa. As repercussões foram tão extensas que chegaram ao presidente de Taiwan, que respondeu via Twitter:


"Obrigado a todos os nossos amigos no Brasil por seus parabéns e espero que todos estejam seguros e saudáveis."

Alguns dias atrás, em um discurso sobre a inauguração de seu segundo e último mandato, a presidente de Taiwan disse que o regime democrático de Taiwan nunca aceitará ser dominado por Pequim .


Taiwan tem mais de 23 milhões de habitantes, mas apenas 441 casos diagnosticados de COVID-19, apenas sete mortes e mais de 419 pessoas já se recuperaram. O sucesso deste pequeno país é embaraçoso para a China, que não reconhece a independência de Taiwan e, portanto, nem a ONU nem a OMS. Então, a China quer silenciar Taiwan, assim como seus apoiadores.


Taiwan havia alertado sobre a rápida disseminação do vírus. A proximidade política e ideológica entre a Organização Mundial da Saúde e o Partido Comunista da China levou a que a nação que melhor lidou com a pandemia, precisamente por causa da prevenção, fosse ignorada. A OMS não considera Taiwan como nação, mas como parte da China, como afirmou o alto funcionário Bruce Aylward em entrevista à Rádio e Televisão de Hong Kong.

Hong Kong ocupa o segundo lugar no mundo no índice de liberdade econômica e também se destacou em seus esforços contra a pandemia de coronavírus. Ele teve apenas quatro mortes e 1.067 de seus 1.034 pacientes infectados já se recuperaram. Mas o sucesso de ambas as nações foi e está sendo ignorado pela OMS.


Hong Kong está atualmente realizando manifestações contra o regime comunista. A Presidente de Taiwan, portanto, expressou seu apoio a seus "parceiros na democracia" e afirmou sua solidariedade com Hong Kong.


As consequências da pandemia de coronavírus estão levando as nações do mundo a reavaliar suas relações diplomáticas. A China já falou de uma possível guerra fria com os EUA, pois reiterou a culpabilidade da China na disseminação do vírus, dada a censura de médicos e cientistas, como o laboratório de Xangai que foi fechado após a descoberta do genoma do coronavírus. .


O presidente Donald Trump acusou a OMS de ser centrada na China porque, em vez de ouvir e publicar a pesquisa de especialistas em imunologia e prevenção, a OMS baseou suas publicações no que é dito pelo regime que as está sufocando.


 O Brasil deixou claro, tanto política quanto civilmente, que não será cúmplice do regime comunista, mas das nações livres que se opõem a eles, como Taiwan.