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Caiado negocia com CEF suspensão da cobrança de consignados por até 90 dias

Governador disse que o assunto foi tema de uma reunião por videoconferência com diretores da instituição financeira


Secretaria de Comunicação - Governo de Goiás

A cobrança de empréstimos consignados dos servidores do Estado de Goiás com a Caixa Econômica Federal pode ficar suspensa por até 90 dias. Este é o desejo do governador Ronaldo Caiado, que teve uma reunião por videoconferência na tarde da última segunda-feira, dia 11, com diretores da instituição financeira para tratar do assunto. 


“Pedi a eles (diretores) que atendessem à solicitação de todos os servidores do Estado, já que Goiás é o maior cliente da Caixa no País, pedi que entendessem a necessidade daqueles que não têm como, nesse momento, pagar a parcela do consignado”, contou o governador durante sua live diária aos veículos de comunicação da Agência Brasil Central (ABC). 


Caiado explicou que o prazo que está sendo negociado com a Caixa para a suspensão da cobrança dos consignados é de 90 dias. “Ficaram de me dar uma resposta rápida, mas se colocaram à disposição para ouvir a proposta de cada um dos servidores”, relatou. O governador orientou, aos funcionários que estão em dificuldades, a procurarem a instituição para tentar negociar. 


Na reunião, o governador lembrou que todos os servidores com empréstimo consignados com a Caixa estão em dia. É que ao assumir a gestão, em 2019, milhares de servidores estavam inadimplentes, inclusive, alguns com o nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). “Havia o desconto na folha do funcionário público, mas a gestão anterior não pagava a Caixa. Pagamos todos para trás e nunca atrasamos um dia no consignado”, afirmou. 


O governador busca uma negociação com a Caixa semelhante ao que a instituição está adotando com os financiamentos habitacionais. O banco permitiu a suspensão de até três meses do pagamento da parcela durante a pandemia do coronavírus. Caiado, inclusive, defendeu que este prazo seja até maior. “Para aqueles que são de baixa renda, que adquiriram a sua casa própria, solicitamos que seja dada uma prorrogação de no mínimo seis meses”, afirmou.