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“Choque de energia” de Guedes pode gerar alta de 10,5% no PIB Industrial

O governo acredita que a diminuição do preço da energia pode transmitir aos demais setores da economia ondas de crescimento no PIB industrial

Por Estadão Conteúdo

access_time9 jul 2019, 11h37 - Publicado em 9 jul 2019, 10h4


Guedes: governo espera que Petrobras e outras 30 empresas explorarem a produção de gás natural (Fabio Rodrigues/Agência Brasil)

Rio – A queda pela metade do preço do gás natural, como quer o ministro da Economia, Paulo Guedes, resultaria em crescimento de 10,5% no Produto Interno Bruto (PIB) industrial no primeiro ano do recuo, segundo estudo elaborado pelo Ministério da Economia, Secretaria Especial da Fazenda e Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) no âmbito da criação do Novo Mercado de Gás (NMG) anunciado na segunda-feira pelo governo.


“Os resultados demonstram que variações percentuais no preço da energia são capazes de transmitir aos demais setores da economia ondas de crescimento no PIB industrial de forma contínua até um novo ponto de equilíbrio”, diz o documento divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que traz uma tabela com variações de declínio de preços entre -1% e -50%.


O impacto de uma queda de 30%, por exemplo, seria de 6,3% no primeiro ano e de 4,1% no segundo ano, caindo para 2,8% no terceiro até ser diluído para 0,22% no décimo ano.


Em nota conjunta assinada entre o MME e Ministério da Economia, o governo diz que espera a queda do preço por meio da concorrência que será aberta com a venda de ativos da Petrobras, que deixará os mercados de distribuição e transporte, estimulando a entrada de outros players no mercado de gás natural. Além disso, o governo conta com a grande quantidade de gás natural do pré-sal.