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Coronavírus: hospital desenvolve novo teste para uso em larga escala

Exame tem capacidade de processamento dezesseis vezes maior do que análises do tipo RT-PCR


Por: VEJA - Mariana Rosário

Atualizado em 21 maio 2020, 16h08 - Publicado em 21 maio 2020, 16h02


Einstein: teste de sequenciamento genético Divulgação/VEJA


O Hospital Albert Einstein divulgou nesta quinta-feira, 21, a criação de um novo tipo de teste para detectar a Covid-19 em larga escala. Trata-se de uma análise feita a partir do RNA do vírus, com alta potência de precisão — 100% de acerto em casos positivos — e possibilidade de processamento até dezesseis vezes maior do que o RT-PCR, um tipo de análise molecular amplamente utilizada em todo o mundo para detectar o novo coronavírus.


Para chegar nesta solução, especialistas da instituição trabalharam cerca de dois meses no  sequenciamento genético do vírus e no desenvolvimento de um programa de análise. Com essas ferramentas, tornou-se possível processar as amostras colhidas nos pacientes em um equipamento normalmente utilizado para detectar, entre outros estudos, mutações celulares que podem tornar-se quadros de câncer.


“A máquina do RT-PCR processa 96 testes ao mesmo tempo, já essa máquina tem capacidade de receber 1.536 amostras simultaneamente”, explica o presidente Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner. Por conta do aumento expressivo na quantidade de testes avaliados ao mesmo tempo e por usar máquinas e insumos que não estão em falta no mercado, acredita-se que o preço pago por cada uma das análises seja menor do que o praticado para o RT-PCR , cotado na média de 250 reais na instituição.