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Deputada Federal Paula Belmonte do DF, se destaca participando da CPI do BNDES

Dep. Paula em registro em vídeo, feito durante sessão da comissão de inquérito da CPI do BNDES, cobra e faz críticas


Por: Cláudio Costa / TV Pontual


A vice-líder do Cidadania na Câmara, deputada federal Paula Belmonte (DF), foi incisiva ao perguntar ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega por que a Camex (Câmara de Comércio Exterior) determinou, em 2003, que os países integrantes do CCR (Convênio de Pagamento de Créditos Recíprocos) ascendessem do risco de inadimplência sete para o um. Quando maior a nota, mais presente o risco. Com essa mudança, disse a parlamentar, foram emprestados, em 2015, US$ 11 bilhões em 140 operações.


Mantega fez uma gracinha: “A gente não conseguia exportar para a Suíça, mas conseguíamos exportar para a Venezuela”.


Veja vídeo:

Dep. Paula Belmonte faz perguntas e críticas duras ao ex Ministro Guido Manteiga


A deputada reclamou e disse que todo o dinheiro dispendido nas operações era público, fruto dos aportes do Tesouro Nacional.


“Eram recursos do povo e o senhor não devia fazer piada com isso”, disse.


O ex-ministro acrescentou que essa política consistia em incluir entre os parceiros no comércio exterior países não tão sólidos quando os de primeiro mundo, pois o Brasil queria ser hegemônico na região.


Empresas no exterior


Outra questão colocada por Paula Belmonte estava embasada em relatório do TCU (Tribunal de Contas da União). A instituição atesta que não foram encontrados documentos que comprovem que houve a prestação do serviço ou até mesmo a compra de empresas no exterior. Mantega afirmou que existe uma tabela que prova o cumprimento do contrato pelas empresas brasileiras que tomaram empréstimos do BNDES.


Outra dúvida levantada pela deputada: se o ex-ministro ia a São Paulo se encontrar com Joesley Batista, do grupo JBS, levando o presidente do BNDES com ele. Paula Belmonte questionou ainda a superavaliação dos preços de empresas compradas por companhias brasileiras, o que levava prejuízo ao BNDES e aos acionistas minoritários. Esse ponto ficou sem resposta.


Texto: Cidadania 23