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Dois homens são presos suspeitos de matar idoso após roubo de aposentadoria

Dois homens foram presos suspeitos de matar a facadas um idoso de 64 anos após roubarem a aposentadoria dele, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, os criminosos viram quando Valdomiro Lopo Alecrim sacou a quantia. Em seguida, eles seguiram a vítima, invadiram a residência dela e cometeram o crime.


Fonte: G1


“Eles entraram no local, esfaquearam de forma bárbara a vítima, que acabou falecendo dentro de casa”, explicou o delegado Rilmo Braga, responsável pelo caso.


José Gomes da Silva Júnior foi detido na segunda-feira (2), mas a polícia só apresentou o suspeito nesta quarta-feira (4). Apontado como comparsa dele, Thiago Gonçalves da Silva estava detido desde 30 de agosto. Segundo a polícia, eles confessaram o crime.


Valdomiro foi morto no dia 13 de outubro 2018, no Residencial Recanto do Bosque. De acordo com o delegado, os ladrões monitoraram a vítima por alguns instantes antes de invadir a residência, para ver se não havia alguma movimentação. Na época, o corpo do idoso, que morava sozinho, foi encontrado por familiares em estado de decomposição.


Os criminosos levaram a aposentadoria, de quase um salário mínimo. Também foram roubados eletrodomésticos, móveis e objetos pessoais do idoso.


Força Nacional


O delegado confirmou que a conclusão deste inquérito tem a ver com a presença da Força Nacional na região noroeste de Goiânia, já que o crime ocorreu neste local. O ministério da Justiça lançou na última sexta-feira (30), em Goiânia, o projeto “Em Frente Brasil”, que coloca homens da Força Nacional de Segurança para atuar no combate à criminalidade da capital.


“Assim que assumimos a coordenação da parte investigativa da Força Nacional, em Goiânia, determinamos prioridade nas investigações dessa região e, de pronto, três indivíduos já foram retirados de circulação, com vasto passado criminal de crimes violentos, inclusive roubo, como é exatamente o caso dessa dupla”, afirma o delegado.


Ao todo, 100 militares vão participar do projeto, que deve durar, inicialmente, quatro meses. Na ocasião, o secretário nacional de Segurança, general Guilherme Teófilo, compareceu representando o ministro Sérgio Moro e disse que o foco é combater não só as consequências, mas também as causas dos crimes.