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PC de Pontalina conclui inquérito, onde se apurou o estupro cometido por dois vigilantes prisionais

No dia 05 deste mês chegou ao conhecimento da Polícia Civil a prática do estupro, e, de acordo com as vítimas, os vigilantes prisionais temporários teriam lhes ameaçado de instaurar procedimento administrativo disciplinar caso contassem sobre o crime para alguém.


Por: Polícia Civil / Pontalina-GO


Policiais Civis de Pontalina concluíram na data de hoje, 17/07/2019, Inquérito Policial que apurou crimes de estupro cometidos por dois vigilantes prisionais temporários, cujas vítimas são duas internas da Unidade Prisional de Pontalina.


Com medo de responderem injustamente a um procedimento dessa natureza, as vítimas não contaram sobre o ocorrido, até que o crime fosse descoberto por colegas de trabalho dos vigilantes.


As vítimas relataram que os vigilantes, mediante grave ameaça, lhes tiraram da cela e as levaram para uma sala separada, onde mantiveram relação sexual com as internas.


Após registro da ocorrência e prestarem declarações na delegacia, as vítimas foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal de Morrinhos, onde o médico legista atestou o fato, cometido mediante violência psicológica.


Depois de realizadas todas as diligências, a Polícia Civil tentou intimar os autores, TULIO ROSA DA SILVA e LEANDRO SANTANA REZENDE CHAVES, que, desde que tomaram conhecimento das investigações, se ocultam da Polícia. Até a presente data não foi possível localizá-los.


Sendo assim, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos autores, que, parecer favorável do Ministério Público, decretou as prisões.


Segundo informações da Diretoria Geral do Sistema Prisional, providências administrativas foram tomadas em desfavor dos Vigilantes Temporários desde a data do fato, tendo os mesmos sido desligados, ou seja, tiveram o vínculo com o Sistema Prisional rompido.


Hoje os autores TULIO e LEANDRO se encontram na condição de foragidos da Justiça.


Qualquer informação sobre o paradeiro dos autores ligue nos telefone 197 ou (64)3471-1450. O sigilo será absoluto.