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REVISTA CRUSOÉ: PM que entregava dinheiro para Marconi foi assassinado

Crimes praticados foram mapeados pela Polícia Federal, delatores e pela própria imprensa. Chegam a ser chocantes os desdobramentos


Por: GOIÁS 360 - [21/09/2019]  


Nunca na história de Goiás surgiram tantas evidências, ações, provas, investigações contra um político como o que ocorre com Marconi Perillo (PSDB).


O tucano está na lista da revista "Crusoé" desta semana, a principal publicação de jornalismo político do país, que mapeou os destinatários das propinas pagas pela Odebrecht aos políticos.


O sistema era de quadrilha e perigosa.  


E Marconi Perillo está lá como figura central.


Segundo o repórter Fábio Leite, “o resultado do trabalho é um bom roteiro a ser seguido por policiais e procuradores de todo o país”.


Marconi aparece ao lado de Geraldo Alckmin, Romero Jucá, Gilberto Kassab, etc. O esquema era mesmo bruto: compravam todos, sendo assim mais difícil condenar, já que são grandes as articulações destes “superpoderosos”.


E detalhe: Marconi era a figura política (publicitário João Santana recebeu mais) com o maior volume de recursos entregues, segundo a apuração: R$ 9,7 milhões.


Intermediário das entregas: Sérgio Vaz e  Márcio Moura. Foram 20 entregas na Rua Haddock Lobo,  1.259 (residencial) e na avenida  Ibirapuera , 2577, em Moema (hotel).


Segundo apurado pela "Crusoé", Marconi era chamado de “Padeiro” e “Master”.


Agora, o leitor deve se perguntar quem era, por exemplo, Sérgio Vaz


Bem, ele está morto, diga-se o arquivo está morto. Trata-se do PM assassinado em Anapólis, em 2016.