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Segurança é reforçada em consulado dos EUA em Chengdu após China ordenar fechamento

CHENGDU, China (Reuters) - A segurança foi reforçada diante do consulado dos Estados Unidos na cidade chinesa de Chengdu enquanto diplomatas norte-americanos se preparavam para partir, no sábado, um dia depois que a China determinou o fechamento do local, em resposta a uma ordem norte-americana de fechar seu consulado em Houston. 


Por: Reuters / Martin Quin Pollard

25 DE JULHO DE 2020 / ÀS 13:08 / HÁ 18 HORAS


Os fechamentos dos consulados provocaram uma acentuada deterioração nas relações entre os países, que têm as duas maiores economias do mundo. 


Logo depois que a ordem de fechamento de Houston entrou em vigor na sexta-feira, um grupo de homens que pareciam ser representantes dos EUA foi visto forçando a abertura de uma porta dos fundos da instalação. 


O Ministério das Relações Exteriores da China disse no sábado que foram violados acordos internacionais e bilaterais, e que a China reagiria, sem detalhar como. 


Em Chengdu, um emblema do consulado dos EUA dentro do complexo foi retirado e havia movimentação dos funcionários. Mais tarde, três vans entraram no complexo.


A polícia se reuniu do lado de fora e fechou a rua ao tráfego na cidade que fica no sudoeste da China. 

O consulado e a embaixada dos EUA em Pequim não responderam aos pedidos da Reuters para comentar o fechamento. 


A ordem para fechar veio depois que o governo Trump deu à China até as 16h de sexta-feira para desocupar seu consulado em Houston. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que o consulado é “um centro de espionagem e roubo de propriedade intelectual”.


O consulado dos EUA em Chengdu também teve 72 horas para fechar, ou até as 10 da manhã de segunda-feira, segundo informação do editor do tabloide Global Times, da China, no Twitter. O consulado foi aberto em 1985 e tem quase 200 funcionários, incluindo cerca de 150 contratados localmente, de acordo com seu site.


As relações entre Washington e Pequim deterioraram-se este ano, atingindo o que os especialistas descrevem como o pior nível em décadas, em questões que vão desde comércio e tecnologia à pandemia de coronavírus, reivindicações territoriais da China no Mar da China Meridional e sua repressão a Hong Kong.